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Aposentados e pensionistas do SINTUFRJ se organizam contra as políticas do governo Temer

 

III Seminário de Formação e integração social em Saquarema-RJ.

 

Na manhã de segunda-feira, 16, aposentados e pensionistas do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (SINTUFRJ) participaram do III Seminário de Formação e integração social em Saquarema-RJ. O evento de três dias tem como objetivo organizar a luta contra as políticas do governo de Michel Temer, que ataca duramente os idosos. O coordenador de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria da FASUBRA Sindical, Darci Cardoso e Carlos de Castilho Abreu- (Carlinhos) do Fórum Estadual do Idoso foram convidados para a mesa de análise de conjuntura.

 

Análise de conjuntura

Para Carlos de Castilho Abreu do Fórum Estadual do Idoso, a crise econômica, política e o desemprego são elementos utilizados pelo atual governo, para instituir o ajuste fiscal, interferindo diretamente na vida dos trabalhadores, aposentados e pensionistas.

 

´”Os servidores públicos federais foram ignorados por muito tempo e para nós, sofrimento e migalhas”, afirmou Carlinhos se referindo à postura do governo diante das reivindicações dos trabalhadores. Também rechaçou a política de descarte para aposentados e pensionistas. “Com a crise, o governo aumentou o empréstimos consignados para aumentar o consumo, muitos estão endividados. Os idosos são os mais atingidos por não conseguirem pagar seus remédios, pagam caros planos de saúde, não conseguem comprar uma cesta básica completa”, disse.

 

 

 

Segundo Castilho, no Brasil os trabalhadores deveriam ser preparados por meio de programas, como em outros países, para se aposentar. “A classe dos trabalhadores são as maiores vítimas e os servidores são tratados como um peso. Deveriam ser tratados com respeito e dignidade conforme o Estatuto do Idoso, mas covardemente o Estado os abandona e quer acabar com os poucos abrigos existentes”

 

Sobre a proposta de Reforma da Previdência, Castilho falou sobre a situação dos aposentados e pensionistas. “Somos 45 milhões de aposentados, 70% ganha salário mínimo, muitos estão com a saúde debilitada, no Brasil não tem sido possível viver por direito com esse governo capitalista”.

 

De acordo com Carlinhos, o fórum nacional tem realizado campanhas e debates, mobilizando todo o país, na politização e organização dos aposentados. “É de suma importância que os aposentados estejam junto aos ativos, fazendo greves, piquetes, distribuindo panfletos. Viver é um direito, envelhecer é uma conquista”, finalizou.

 

Indicativo de greve

O coordenador Darci Cardoso falou sobre a crise nas universidades e a necessidade de organização da classe trabalhadora, principalmente da atuação dos aposentados e pensionistas na luta. “No governo Lula houve muitos avanços, a conquista do nosso plano de carreira que há 20 anos lutamos para conquistar. Atualmente, as universidades estão sendo destruídas”, disse.

 

 

Para o coordenador, a carreira dos trabalhadores técnico-administrativos em educação está sob ameaça. Se não formos para as ruas, chamar os novos, vamos perder a paridade. É nosso plano de carreira pelo carreirão”.

 

Darci falou sobre o indicativo de greve para outubro que será discutido na Plenária Nacional da Federação que acontece dias 21 e 22 de outubro e a necessidade de unidade na luta.

 

Os aposentados e pensionistas continuam com a programação do evento que encerra no dia 18 de outubro.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

Convocação da FASUBRA para o Ato Nacional S.O.S. Educação Pública

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No Rio de Janeiro, a concentração será na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), às 14h

 

A FASUBRA Sindical convoca todos as entidades de base filiadas a engrossar as fileiras do Ato Nacional S.O.S. Educação Pública, no dia 19 de outubro, com manifestações e atos nos estados.  No Rio de Janeiro, a concentração será na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), às 14h. Participam do Ato entidades sindicais, centrais, movimentos sociais e parlamentares de todas as esferas. Os sindicatos da região  sudeste podem enviar caravanas para o Rio de Janeiro.

 

O corte orçamentário e desmonte do serviço público orquestrado pelo governo federal são alguns dos motivos para que trabalhadores técnico-administrativos, docentes e estudantes das universidades e instituições municipais, estaduais e federais de ensino público de todo país manifestem toda indignação contra os retrocessos do governo Temer.  

Confira os principais pontos da pauta das manifestações:

 

  • Contra o fechamento da UERJ, UENF e UEZO. Fora Pezão!

  • Verbas para a Educação, não para banqueiros e corrupção. Fora Temer!

  • Não à Reforma da Previdência.

  • Pela revogação da Reforma Trabalhista!

  • Em defesa da carreira dos técnicos administrativos em educação!

  • Não ao pacote anti-servidor!

  • Contra o desmonte do serviço público!

  • Em defesa da soberania nacional!

  • Pela construção da Greve Geral!

 

Serviço

19 de outubro

Ato Nacional em Defesa da Educação Pública, contra a reforma da previdência e o pacote do governo Temer contra o funcionalismo público, com Atos nos Estados.

Local de concentração: Concha Acústica da UERJ - R. São Francisco Xavier, 524 - Maracanã - Rio de Janeiro - RJ

Hora: 14h

 

Entidades

 Fasubra Sindical - Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil.

Andes-SN - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

Sintuperj - Sindicato dos Trabalhadores das Universidades

Públicas Estaduais no Estado do Rio de Janeiro.

Sintufrj - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Sintuff - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense.

Sintur-RJ - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Asduerj - Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aduff - Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense.

DCE UERJ - Diretório Central dos Estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

DCE UFF Fernando Santa Cruz - Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal Fluminense.

CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil.

CSP Conlutas - Central Sindical e Popular.

UNE - União Nacional dos Estudantes.

UBES - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas.

UEE-RJ - União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro.

UEES-RJ - União Estadual dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro.

AERJ - Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro.

AMES Rio de Janeiro - Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas.

ANPG - Associação Nacional de Pós-Graduandos.

RUA - Juventude Anticapitalista.

MNLM - Movimento Nacional de Luta pela Moradia.

 

Direção Nacional da FASUBRA Sindical

 


FASUBRA participa de Seminário sobre Educação Pública e Soberania Nacional

 

Representante da Federação, em seu discurso, defende a carreira dos TAE. Ao final, foi realizado Ato Suprapartidário em Defesa das Universidades  e dos Institutos Federais .

 

Na tarde de terça-feira, 09, a FASUBRA Sindical participou do Seminário: Educação Pública, Desenvolvimento e Soberania Nacional, realizado no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB). Organizado pela bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, pela Comissão de Assuntos Educacionais e Fundação Perseu Abramo, o evento discutiu os avanços e retrocessos na área da Educação,  a defesa do Plano Nacional de Educação (PNE), o papel da Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE) e as perspectivas para a Educação Pública. Representaram a Federação os coordenadores, Leia Oliveira, Lucivaldo dos Santos e Cristina del Papa.

 

Os debates foram concentrados na análise do papel da Educação Pública e, em particular, da Universidade Pública na Soberania do País. O retrocesso imposto pelo governo de Michel Temer para o setor, apresentado por meio de dados, representa um ataque frontal ao desenvolvimento e à soberania do Brasil, denunciou  Leia.

 

Os palestrantes consideraram importante a luta central pela revogação da Emenda Constitucional (EC) nº 95, que impõem ao Brasil um período de 20 anos de estagnação no desenvolvimento do país . A entrega das suas riquezas ao rentismo, representando a liberação da exploração das reservas do Pré-Sal ao capital estrangeiro, tem impacto negativo para o país. O Projeto “Escola Sem partido” e a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizando o ensino religioso obrigatório nas escolas, são considerados ataques à educação infantil, fundamental, média, do campo e especial.

 

Para os palestrantes a destituição de entidades representativas no Fórum Nacional da Educação (FNE) configura-se como um golpe, impedindo a participação popular no debate da educação de forma ampla e participativa.  A organização do Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) e a construção da CONAPE, que está em processo nos estados, foram consideradas de suma  importância. A conferência está prevista para abril de 2018, em Belo Horizonte-MG, contando com o envolvimento dos movimentos sociais, sindicais e estudantis na sua construção.

 

Ato em defesa da Educação Pública e Soberania Nacional

Ao final, foi realizado Ato Suprapartidário em Defesa das Universidades  e dos Institutos Federais e de seu papel para a Ciência e Tecnologia  com a presença de dirigentes partidários, parlamentares, reitores, gestores, docentes, estudantes, técnico-administrativos em educação, entidades representativas da educação (do campo e da cidade), além da presença do ex-presidente Lula e do ex-ministro da Educação, Fernando Haddad.

 

Em sua fala, a coordenadora geral Leia Oliveira reconheceu publicamente dois momentos da universidade brasileira. “Um antes de Lula e outro depois; esse é um fato que não pode ser contestado por ninguém”.

 

Expansão das universidades e institutos federais

Segundo a coordenadora, a universidade pública brasileira “mudou sua cara” durante os governos Lula e Dilma, por meio da criação de novas universidades e institutos, implantação das cotas, expansão  de novos campi, democratização do acesso e da permanência e, principalmente, pelo reconhecimento da Categoria dos trabalhadores técnico-administrativos em educação, antes, invisíveis no ambiente universitário. “Eu falo, com muita emoção, que foi preciso um operário chegar à presidência da República para mudar a cara da universidade e reconhecer que além dos docentes, existem os técnico-administrativos nas instituições”, afirmou  Leia.

 

Carreira dos TAEs

Em 2018, a carreira dos trabalhadores técnico-administrativos completa 13 anos. “Uma carreira que, muito além  do salário, garantiu a afirmação de uma identidade, quando a Categoria estava invisível no aparato legal e também  no meio universitário”, disse a coordenadora geral. Atualmente, a carreira está sob ameaça, com o anúncio da MP do carreirão, assim como as demais carreiras do serviço público federal.

 


 

Desafio

Para a coordenadora geral, a discussão  sobre a educação pública como instrumento garantidor da democracia e soberania do país é um tema desafiador. Leia Oliveira convidou os presentes à reflexão sobre a universidade no governo neoliberal do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC),  no governo de Lula e Dilma e no atual governo que ameaça às universidades de extinção.

 

Difamação

“A universidade está sendo precarizada, sucateada, mas muito pior do que isso, a universidade está sofrendo um ataque frontal e uma campanha de difamação; dizem que os reitores aqui representados pela Andifes, são incompetentes, por isso a universidade tem que ser privatizada”. Segundo Leia, a difamação conquista o imaginário popular, quando afirmam  que a universidade tem muito dinheiro e precisa de um choque de gestão, pois seus recursos são mal gastos, palavras reafirmada várias vezes pela secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena.

 

Defesa da universidade

“Precisamos nos unir em defesa das universidades e dos institutos, porque sabemos que é uma ferramenta importante para a soberania e o desenvolvimento do nosso país. Sem universidade não há transformação social, não há soberania, não há democracia”, disse. Para a coordenadora geral, a universidade sempre foi trincheira na luta contra os golpes à democracia desde a época da ditadura e período das Diretas Já. “Não é à toa que a universidade seja atacada agora. É com mobilização do movimento dos técnico-administrativos, dos estudantes, dos professores, dos usuários da universidade que nós vamos de fato contribuir para acabar com esse golpe, pelo Fora Temer e pela volta do ex-presidente Lula à presidência da república”.

 

Leia Oliveira finalizou com uma reflexão de um companheiro argentino: “A universidade é o melhor lugar do mundo pra fazer desse mundo um lugar melhor”!

 

Andifes

Emmanuel Tourinho, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em nome de todas as universidades públicas federais, agradeceu ao ex-presidente Lula pela sensibilidade e capacidade de compreender o papel que a universidade pública tem para promover a cidadania no país.

 

Para Tourinho, a universidade representa um projeto de nação que pensa na soberania, inclusão social e democracia. O investimento e reconhecimento da importância das instituições ofereceram condições para duplicar o número de vagas e promover o acesso de jovens da periferia das cidades, de pobres, negros, indígenas e quilombolas. “Hoje as universidades públicas do Brasil são muito mais a cara da nossa sociedade graças a essas políticas”, disse.

 

Ataque

Segundo o presidente da Andifes, as universidades públicas federais vêm sofrendo o maior corte de orçamentos, uma asfixia financeira que visa inviabilizar ações e projetos e obriga a denunciar à sociedade o que está em jogo. “Não estamos sendo asfixiados por ineficiência, por gastos excessivos, e sim porque somos bem sucedidos. Os mesmos jornais que atacam as universidades públicas são os jornais que publicam os rankings, onde as melhores instituições  são as universidades públicas federais’, afirmou Tourinho.

 

Entre as ataques, o  prof. Emmanuel Tourinho elencou as tentativas de acabar com a gratuidade nas universidades públicas. “Não é verdade que o ensino nas universidades públicas é mais caro que em outros países, ao contrário, nossas universidades oferecem muito mais que o ensino e atendem a sociedade em todas as áreas”.

 

Para Tourinho, a cobrança de mensalidades não ajudaria as universidades. Segundo um estudo feito pela Andifes, para cobrir 30% do custo das universidades, cada família brasileira com um estudante universitário, teria que deixar um quarto (1/4) de sua renda bruta total para a instituição. Uma família com dois alunos deixaria 50% da sua renda bruta. A maior parte da população que está na universidade federal é de baixa renda, 78% dos alunos vêm de famílias que têm renda per capita média de até dois salários mínimos e meio.

 

“Dizem que deve-se cobrar mensalidade para que os ricos paguem; não é verdade, pois se fosse para os ricos pagarem a conta da educação, era muito mais fácil taxar as grandes fortunas e destinar os recursos para a educação pública”, finalizou o presidente.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

 

 

 

 

Em defesa do ensino superior público, FASUBRA acompanha audiência sobre cortes no orçamento da Ciência e Tecnologia

 

 

Investimentos no setor caíram de R$ 8,4 bilhões em 2014 para R$ 3,2 bilhões este ano. Para 2018, o programado é ainda menor, de R$ 2,7 bilhões.

 

 

A FASUBRA Sindical acompanhou na manhã de terça-feira, 10, a audiência pública que discutiu a queda no orçamento público para Ciência e Tecnologia e as consequências para o desenvolvimento do País, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, da Câmara dos Deputados. Representaram a Federação os coordenadores Ângela Targino, Lucivaldo Alves e Lázaro Rodrigues.

 


 

Pesquisadores brasileiros entregaram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, um abaixo-assinado com mais de 80 mil assinaturas, da campanha “Conhecimento sem Cortes”, contra os cortes de orçamento.

 

De acordo com a Agência Câmara Notícias, a comunidade científica afirma que o orçamento de investimentos do setor passou de R$ 8,4 bilhões em 2014 para R$ 3,2 bilhões este ano. Para 2018, o programado é ainda menor, de R$ 2,7 bilhões.

 

Deputados e convidados afirmaram que os cortes decorrem da emenda constitucional que fixou um teto de gastos para o país pelos próximos 20 anos, enquanto o pagamento da dívida pública não sofre interrupções. Eles também defenderam a manutenção do ensino superior público.

 

Com informações: Agência Câmara Notícias

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

Dia Nacional de Luta contra a violência à mulher

Em 2016, só no estado do RJ, 68%  dos companheiros e ex-companheiros, familiares, amigos, conhecidos ou vizinhos foram responsáveis por casos de violência física contra a mulher.

 

Em pleno Século XXI, muitas questões no seio da sociedade já deveriam estar superadas, devido ao acesso à informação. A luta pela igualdade de gênero avançou em certos termos, porém, houve um aumento significativo da violência relacionada à mulher. Em agosto o Instituto de Segurança Pública (ISP) do estado do Rio de Janeiro lançou a 12ª edição do Dossiê Mulher, que aponta no número crescente da violência doméstica contra a mulher.

 

Dormindo com o inimigo

Em 2016, só no estado do RJ, 68%  dos companheiros e ex-companheiros, familiares, amigos, conhecidos ou vizinhos foram responsáveis por casos de violência física, 65% da violência psicológica e 38% da violência sexual sofrida por mulheres. Os dados são de um universo pequeno diante do tamanho de um país continental como o Brasil.

 

Os números são alarmantes e mostram que muitas mulheres brasileiras dormem com o inimigo. O lar que seria o local de segurança se torna palco de acontecimentos horríveis, omitidos pelo medo.

 

O Dia Nacional de Luta contra a violência à mulher, lembrado no dia 10 de outubro, alerta todas as mulheres, principalmente trabalhadoras técnico-administrativas em educação, a não aceitar qualquer forma de violência.

 

A FASUBRA Sindical permanece com a bandeira histórica de luta em defesa da mulher e o empoderamento feminino nos espaços de poder. A violência se configura em diversas formas e não podemos admitir  

 

Para auxiliar as mulheres, separamos diversas formas de violência contra a mulher:

 

Violência emocional - humilhar, xingar e diminuir a autoestima;

 

Violência psicológica - tirar a liberdade de crença;

 

Gaslighting -  abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade. Ou seja, fazer a mulher achar que está ficando louca.

 

Controlar e oprimir a mulher - comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

 

Violência moral - expor a vida íntima do casal para outros, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

 

Violência física - atirar objetos, sacudir e apertar os braços com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

 

Violência sexual - forçar atos sexuais desconfortáveis, ou que causam repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

 

Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar

 

Violência patrimonial - controlar o dinheiro ou reter documentos de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher. Quebrar objetos da mulher.

 

A liberdade da mulher deve ser respeitada!

 

Com informações: EBC

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical