Fasubra Sindical

Switch to desktop Register Login

Nota de falecimento

 

Companheira Maria de Lurdes, presente!

A FASUBRA Sindical comunica com pesar, o falecimento da técnica-administrativa em educação, Maria de Lurdes Souza, neste domingo, 22, em Fortaleza-CE.

 

 

A companheira foi diretora do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais no Estado do Ceará (Sintufce) e ex-coordenadora da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação da Universidade Federal do Ceará.

 

A FASUBRA Sindical vem a público manifestar total solidariedade à família e amigos.

 

 

 

 

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

 

 

 

Dia Internacional de Ação Pela Despatologização Trans

 

Identidade de gênero não é transtorno e nem doença, é dignidade!

 

No dia 21 de outubro, diversos países organizam ações pela despatologização trans. A campanha iniciada pela plataforma ativista internacional Stop Pathologization International (STP), tem como objetivo incentivar a realização de ações  contra a patologização da identidade de gênero em diferentes partes do mundo. Neste ano, o lema da campanha é “Pare a patologização  trans em todo mundo”.

 

Atualmente, o Manual Diagnóstico  e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV) e a Classificação Internacional de Doenças (CID 10) ainda consideram que, pessoas com identidade transgênero (travestis e transexuais)  têm transtorno de identidade.

 

A FASUBRA Sindical reconhece e encampa a luta pelo respeito e despatologização trans, pela identidade de gênero como  dignidade da pessoa humana e orientação sexual como condição sócio-cultural de cada indivíduo.

 

História

Em 2009, a STP iniciou uma divulgação internacional alcançando 397 grupos e redes da África, América Latina, América do Norte, Ásia, Europa e Oceania.  Em 2012, foram mais de 100 ações em 45 cidades de diferentes continentes.

 

Entre os objetivos da campanha é a retirada da categoria de “disforia de gênero”/ “transtornos de identidade de gênero” dos manuais internacionais de diagnóstico. A abolição dos tratamentos de normalização binária a pessoas intersexo - pessoas que nascem com uma anatomia reprodutiva ou sexual que não se encaixam na definição típica de sexo feminino ou masculino, de acordo com a Sociedade Intersexual Norte Americana.

 

A STP também reivindica o livre acesso aos tratamentos hormonais e às cirurgias (sem tutela psiquiátrica), e que o serviço público dê atenção à saúde trans-específica (acompanhamento terapêutico voluntário, atendimento ginecológico/urológico, tratamentos hormonais, cirurgias).

 

A luta contra a transfobia (que pode ser definida como: sentimentos negativos a pessoas transgêneros, transexuais e travestis) deve fomentar a formação educacional e a inserção social e no mundo do trabalho das pessoas trans, visibilizar e denunciar todo tipo de transfobia institucional ou social.

 

Você sabia ?

Em 1990, a Assembleia Geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) retirou o código 302.0 do CID (Classificação Internacional da Doença) que tratava como doença, distúrbio e perversão o “homossexualismo”. Assim, foi retirado o sufixo “ismo” que remete a uma patologia, adotando o termo homossexualidade.

 

Identidade de gênero x orientação sexual

As expressões “identidade de gênero” e “ orientação sexual” são diferentes. Identidade de gênero é ligada a consciência do indivíduo em relação ao seu gênero e sua sociabilidade, geralmente ligada aos gêneros mais hegemônicos na sociedade: masculino ou feminino.

 

A orientação sexual está relacionada a uma atração erótica ou desejo sexual. Pode ser atração homossexual (dois gêneros que sentem atração por alguém do mesmo gênero: gays, lésbicas), heterossexual (dois gêneros sentem atração por pessoas do gênero oposto: homem que sente atração por mulher ou vice-versa), bissexual (atração por mais de um gênero) ou assexual (não sente atração sexual por nenhum gênero). Os transexuais podem ser pessoas de  qualquer uma dessas orientações.

 

Identidade de gênero não é transtorno e nem doença, é  dignidade!

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

II Seminário LGBTI discutiu a vivência e opressão no local de trabalho

 

O Teatro do Oprimido encerrou o II Seminário LGBTI.

 

No início da tarde de sexta-feira,20, em continuidade ao II Seminário LGBTI, aconteceu a roda de conversa sobre a Vivência e Opressão no local de trabalho, coordenada por Mariana Oliveira Lopes técnica-administrativa em educação da Universidade Federal de Goiás (UFG). Foram convidados a compor a mesa o coordenador da FASUBRA, André Gonçalves e a psicóloga Paula Smith.

 


 

 

Para o coordenador André Gonçalves, o caso de uma companheira de Pernambuco que sofreu discriminação,  e recorreu à FASUBRA por meio de um depoimento na Plenária em Recife, contribuiu para a realização do seminário. Mesmo que a FASUBRA tenha uma relação institucional com os sindicatos e não diretamente com a base.

 

O movimento sindical ainda é muito machista, segundo o coordenador. “Quem chega dentro do sindicato, principalmente quem é LGBTI sente o quanto é machista e homofóbico. Você tem que se impor 24 horas pra conseguir ser respeitado, é bem complicado”. Destacou a importância de continuar com o0 debate nas bases e dentro da Federação. “Trabalhar com esse tema é um processo de construção”.

 

A partir de uma dissertação, André descreveu as relações LGBTI no ambiente de trabalho, dividida em duas partes:a ascensão funcional e a dificuldade de relacionamento  que a comunidade LBGTI tem no seu ambiente de trabalho.

 


 

 

Segundo o coordenador, muitos ficam no silêncio por medo de estigmas, preconceito e violência. “Revelar-se no ambiente de trabalho pode ser passível até de perder as conexões humanas, além do preconceito da sociedade por meio de discriminação, rejeição, abuso físico, e também abuso verbal”.

 

Na ocasião, falou sobre profissões que não são ocupadas por trabalhadores LGBTI, como exemplo a profissão de babá. Para André, atualmente a cultura do ódio chegou dentro das universidades. “Inclusive companheiros nossos que concordam com essas políticas de ódio que estão sendo implementadas, seja nos corredores, nas assembleias, colocando posições absurdas, que não era pra ser uma posição de um servidor dentro de uma instituição de nível superior”.

 

A cada uma hora um gay sofre violência no Brasil,  segundo o coordenador, principalmente após o impeachment houve a ditadura gay. “Na verdade é uma comunidade que sempre foi isolada, conseguiu espaço e agora está vendo novamente seu espaço ser bombardeado 24h, porque não há espaço na mídia”.

 

Segundo André, muitos LGBTI buscam o suicídio por nao suportar a discriminação e preconceito. “Não tem coisa pior do que você passar na rua e ver que as pessoas estão falando de  você, da sua sexualidade, isso é horrível”.

 

 

Subnotificação

 

A psicóloga Paula Smith acompanha as políticas públicas para LGBTI desde 2008, quando havia o programa do governo federal Brasil Sem Homofobia, com o objetivo de sensibilizar e combater o preconceito e a homofobia.

 

De acordo com Paula, o Rio de Janeiro é o estado que mais mata pessoas LGBTI no país, principalmente na baixada fluminense. Um dos principais desafios é a subnotificação dos casos de violência,  devido à discriminação nas instituições que deveriam tratar os casos. A psicóloga relatou o caso de uma pessoa LGBTI que procurou a polícia após ser agredida fisicamente. Ao chegar na delegacia, foi ameaçada pelo policial de agressão, quando falou o motivo pelo qual havia sofrido o delito. O caso foi parar na ONU.

 

“Isso nos faz pensar quantos casos de evasão escolar, evasão nas universidades que não aparecem diretamente. O ambiente oprime tanto porque se você não se sente bem no ambiente de trabalho, não consegue nem identificar. É semelhante aos casos de assédio moral, como você comprova?”

 

Para Paula, é preciso criar estratégias de enfrentamento na questão da sensibilização. “O trabalhador muitas vezes não tem um bom relacionamento no ambiente de trabalho, está sendo perseguido e não consegue provar isso”.

 


 

 

A psicóloga afirmou que a suspensão da resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbe o tratamento psicológico de homossexuais e bissexuais como doença aconteceu porque muitos LGBTI saíram do armário. “Mas todos estão saindo do armário também, inclusive, os fundamentalistas”. A resolução, publicada em 1999, é embasada na decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS), que retirou a homossexualidade da lista de doenças.

 

“A bancada bbb vem se aparelhando, muitos têm financiado cursos de psicologia.Na minha faculdade estudei com pastores e padres e muitos não conseguiam nem falar comigo”.

 

Como formas de intervenção, Paula utiliza uma peça teatral baseada no texto de Luis Antonio Baptista da Universidade Federal Fluminense (UFF) chamada, A Atriz, o Padre e a Psicanalista - os Amoladores de Facas, apresentada em instituições de ensino. “Cada piada quando um colega nosso fala – não foi preconceito, foi uma piada – é uma amolação de faca invisível”.

 

 

Dinâmica das Pedras

Mariana encerrou a roda de conversa com uma dinâmica, em que os participantes recolhiam pedras no chão a cada frase de teor opressivo, que identificavam a discriminação vivida ou presenciada.

 


 

Ao final, as mãos estavam cheias de pedras, e os participantes compartilharam porque recolheram as pedras e suas experiências e observações de opressão no local de trabalho.

 

 

GT LGBTI

 


 

Os trabalhadores técnico-administrativos em educação se organizaram em grupos de trabalho, para analisar a carta do seminário anterior e realizar acréscimos. As propostas serão sistematizadas e apresentadas na Plenária Nacional da FASUBRA, realizada nos dias 21 e 22 de outubro.

 

Teatro do Oprimido

 

A peça teatral apresentada por trabalhadores técnico-administrativos e produzida por Marcelle  Esteves, vice do Grupo Arco Íris de Cidadania LGBT, conselheira Estadual LGBT do RJ e integrante do Fórum de Mulheres Negras do RJ.

 

 

A estória retrata um estudante que mudou seu nome social e precisou passar por diversos constrangimentos dentro de uma instituição de ensino para conseguir ser chamada pelo nome escolhido.

 

 

O coordenador Wellington Pereira agradeceu a presença de todos e o esforço dos que ajudaram a construir o seminário.

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

 

 

Categoria aprova deflagração da greve nacional para 10 de novembro

 

Na ocasião, a Plenária Nacional aprovou o adiamento do XXIII Congresso da Federação para maio de 2018.

 

Na tarde de domingo, 22, os delegados das entidades de base da FASUBRA Sindical aprovaram em Plenária Nacional realizada no Rio de Janeiro-RJ, a deflagração da greve nacional para o dia 10 de novembro. Em regime de votação, a Categoria aprovou o adiamento do XXIII Congresso da Federação, de novembro de 2017 para  os dias 06, 07, 08, 09, 10 e 11 de maio de 2018.

 

Foram apresentadas duas propostas no plenário. A primeira com acordo da maioria da Direção Nacional da FASUBRA, apontou a deflagração da greve para o dia 10 de novembro e o adiamento do congresso da Federação foi aprovada. A segunda proposta apresentada pela minoria apontou estado de greve e fortalecimento do movimento, por meio de ações articuladas junto a entidades da educação pública e pela realização do congresso.   

 

Para a FASUBRA, a classe trabalhadora nunca presenciou tamanho retrocesso na retirada de direitos. O governo do presidente ilegítimo de Michel Temer tem como objetivo aprofundar e acelerar o ajuste fiscal. Com a aprovação da PEC do Fim do Mundo (EC 95/16), a ampliação da terceirização, a reforma trabalhista, a reforma do ensino e o decreto que fortalece o trabalho escravo no país, o governo federal impõe mais sacrifícios aos trabalhadores.

 

Neste momento, Temer tem como prioridade o ataque ao funcionalismo por meio de medidas como, o Programa de Demissão Voluntária (PDV) e a redução da jornada com redução de salários.  

 

De acordo com a Federação, o ataque às  universidades públicas, a exemplo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), se aprofunda.  O pacote de medidas anunciado nos últimos dias, envolve o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%, a reestruturação das carreiras do serviço público, destruindo conquistas e vitórias acumuladas pelos trabalhadores técnico-administrativos em educação nos últimos anos, com muitas lutas e greves.

 

A previsão de de lançamento do pacote de maldades contra o funcionalismo público via projeto de lei ou medida provisória, será após a votação da segunda denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer, no Congresso Nacional no mês de outubro ou novembro, sem uma data definida.

 

Confira as resoluções da Plenária Nacional da FASUBRA

 

*Deflagrar a greve para o dia 10 de novembro, com possibilidade de antecipação, caso o projeto que reestrutura as carreiras seja apresentado (em forma de MP ou de projeto de Lei) antes dessa data.

 

*Construir e participar das atividades convocadas pelas centrais sindicais no dia 10 de novembro.

 

*Enviar ofício ao Ministério da Educação (MEC), informando que, em caso de qualquer ataque ao Plano de Cargos e Carreiras dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE) que modifique a Lei 11.091/05, a FASUBRA vai deflagrar greve imediatamente.

 

*Realizar uma paralisação no dia 27 de outubro, Dia Nacional em Defesa dos Serviços Públicos, com ações radicalizadas.

 

*Caravana Nacional a Brasília - A direção da Fasubra vai convocar uma grande manifestação em Brasília-DF, todas as entidades de base precisam ficar em alerta. Será avaliado o melhor momento para a convocação da caravana.

 

 

Eixos da Greve:

  • Defesa da Carreira dos TAES!

  • Negociação Salarial Já! Nenhum direito a menos!

  • Contra o aumento da contribuição previdenciária! Não à Reforma da Previdência!

  • Revogação do PDV!

  • Em defesa do ensino superior público, gratuito e de qualidade!

  • Em defesa dos serviços públicos!

  • Contra o PLS 116/17 – demissão por avaliação negativa (fim da estabilidade)

  • Em defesa dos hospitais universitários.  

 

Campanhas gerais

  • Participar da campanha pela revogação da reforma trabalhista

  • Campanha contra a retirada do título de patrono da educação de Paulo Freire.

  • Contra a reforma da previdência

    FORA TEMER!!!

 

Campanhas de esclarecimento específicas

  • Desmonte da carreira

  • Contra o Fim da estabilidade – demissão por avaliação negativa

  • PDV

  • Implicações da reforma trabalhista – terceirização nas universidades.

  • Em defesa da jornada de 30 horas (jornada contínua com turnos ininterruptos)

  • Em defesa dos Hospitais universitários! Revogação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e em defesa dos empregos dos trabalhadores ebserhianos.

  • Contra a retirada de qualquer direito adquirido pela Categoria.

        - reposicionamento dos aposentados, 30 horas, 26%..    

  • Paridade entre ativos e aposentados

  • Contra qualquer perseguição e demissões a qualquer ativista da base da FASUBRA! Reintegração dos demitidos já!


 

As moções aprovadas serão publicadas em breve no Informe de Direção da FASUBRA.

 

Atualização: 24/10/2017 às 15h06

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

 

 

 

 

 

Plenária Nacional discute a decisão da base sobre o indicativo de greve e o CONFASUBRA

 

Cerca de 180 delegados das entidades de base filiadas à Federação participam do evento.

 

A Plenária Nacional da FASUBRA Sindical começou na manhã de sábado, 21, no Hotel Golden Park Rio, na cidade do Rio de Janeiro. Cerca de 183 delegados das entidades de base filiadas à Federação participam do evento.

 

Os coordenadores Antônio Alves (representando Rogério Marzola), Leia Oliveira e Gibran Jordão abriram a plenária com uma consulta aos delegados de base, sobre a deliberação nas assembleias, referente ao indicativo de greve para o dia 23 de outubro. O resultado anunciado até o momento é que, a maioria das entidades não aprovaram o indicativo e as demais aprovaram estado de greve. A decisão final será nesta tarde, 22, após votação dos delegados de base presentes.

 

Os coordenadores agradeceram as contribuições das entidades de base, destinadas aos trabalhadores técnico-administrativos em educação arbitrariamente demitidos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

 

Análise de conjuntura

Após a saudação e informes, a mesa coordenou a análise de conjuntura dos representantes das forças políticas da Direção Nacional. O indicativo de greve previsto para 23 de outubro e o adiamento do Congresso Nacional da FASUBRA (CONFASUBRA) foram destaques das avaliações.

 


 

Também em pauta a construção de uma caravana nacional no dia 10 de novembro em Brasília-DF, em conjunto com trabalhadores dos segmentos do serviço público e iniciativa privada e ações durante a semana.

 

Unidade

Para o coordenador Toninho,  a greve é necessária e a maioria da Direção Nacional defende a  deflagração ainda nesse período. A FASUBRA tem buscado unidade com outros setores, para realizar atos como aconteceu no Rio de janeiro e Pernambuco. “Mas, sabemos que se a gente sair em greve sozinhos, seremos frontalmente atacados por esse governo, que vai querer acabar com nosso plano de resistência”.

 


 

Toninho defendeu o calendário que aponta a construção de uma caravana a Brasília no dia 10 de novembro junto com as centrais, com ações específicas da FASUBRA no Ministério da Educação (MEC), pressionando parlamentares. Dentro do calendário apontar uma greve. “Se essa greve não sair no início de novembro, que a gente dispute aqui com a categoria, para apontar uma greve ainda em novembro e fazer o enfrentamento ao governo e seus ataques”.

 

Parar a universidade

Leia Oliveira chamou à reflexão sobre a reprovação do atual governo pela população. “Um governo com apenas 3% de aprovação, não é governo. Temos um golpista vivendo em um Estado de exceção, onde a democracia está sob ameaça e as instituições estão em xeque. O povo não acredita mais nos três poderes (executivo, legislativo e judiciário)”.

 

 

 

Para a coordenadora, dia 27 de outubro (Dia do Servidor Público) é uma data estratégica, “temos que de fato parar a universidade e levar o debate à sociedade, fechar as avenidas dialogar com os movimentos sociais, porque serão os maiores prejudicados se a universidade for privatizada”.

 

Segundo Leia, é preciso unir na construção de uma greve real, caso contrário, o CONFASUBRA deve  acontecer neste ano. “Ou lutamos, ou ano que vem não tem mais carreira, não tem FASUBRA e nem universidade. À luta companheiros e unidade na Federação’

 

Foco

Para Gibran Jordão, os trabalhadores têm planos e sonhos, “e tudo o que foi construído nos últimos períodos por meio de greve, fará muita diferença se a gente perder”. Segundo o coordenador, o objetivo do governo é destruir a carreira e aumentar a contribuição previdenciária de 11% para 14%. “Esse ano não teve negociação isso condiciona o nosso futuro e de nossa família”.

 


 

 

A proposta da Direção Nacional é construir a greve, “se for o caso podemos ir até sozinhos”, disse. Segundo Gibran, o ideal neste momento é construir um estado de greve e  que a Plenária autorize a Federação a convocar rodadas de assembleias a qualquer momento. O coordenador destacou o dia 27  de outubro para realizar ações nas bases e a caravana à Brasília no dia 10 de novembro, junto com as centrais. “Para construir todo esse processo na base, precisamos abrir mão do CONFASUBRA esse ano. Foco e prioridade é o nosso futuro!”

 

 

Greve forte

Vaz afirmou que a Categoria já se encontra em estado de greve, desde o movimento paredista de 2016 contra a PEC 241/16. “Nós fizemos a greve sozinhos, uma luta que pensamos e avaliamos. A FASUBRA teve coragem de peitar sozinha”. Para o coordenador, foram dois meses de uma greve forte e vitoriosa do ponto de vista político. “A categoria mostrou que está atenta e sempre aberta a todos os chamados”.

 


 

Vaz observou que uma greve forte é necessária, com musculatura suficiente. Tem acordo com o calendário, a estratégia de engrossar o caldo para a greve, unificar com os servidores públicos federais, docentes e discentes. “Se o ataque ao PCCTAE vier, é claro que vamos enfrentar com greve. A nossa maior luta é sair daqui e cada militante passar no setor de trabalho e dizer pra todos, ou sai todo mundo ou perdemos todos. Greve unida, calendário aprovado e vamos sair vitoriosos!”

 

Não é opção

Segundo Rolando Malvásio, o ataque que está pro vir é muito violento, vem o pacotaço do governo e a reforma da previdência. “O governo busca apoio da sociedade com o auxílio da mídia. Se metade do que nós já ouvimos em Brasília acontecer, a greve começa no mesmo dia. Vamos ter que lutar, sem luta sem ganho. O problema é achar que greve se faz por decreto. Greve se faz conquistando corações e mentes”.

 


 

 

Para o coordenador não há dúvidas sobre qual é a posição da FASUBRA. “Tem bases que estão mais adiantadas na mobilização, outras estão atrasados e sempre tivemos paciência para saber quando esse “time” acontece. A greve vai acontecer”. Rolando defendeu a proposta de calendário da direção, com previsão de greve para novembro e o adiamento do congresso. “Não lutar, não é opção pra nenhum de nós”.

 

 

Consciência coletiva

Rafael Pereira, não se mostrou surpreso com a decisão das assembleias. “A direção tem que ser a síntese da base. A nossa base definiu que não quer uma greve isolada, mas uma greve conjunta, organizando a Categoria com outros segmentos”.

 


 

De acordo com Rafael, é necessária a aprovação de um amplo calendário de efetiva construção na base e produção de uma consciência coletiva. “Construir a luta com os servidores públicos nos estados, com as demais categorias nas universidades, com os trabalhadores da educação básica pública, privada porque a reforma da previdência e trabalhista atinge a todos”.

 

Para o coordenador, congresso da FASUBRA deve ser parte da ampla mobilização e fortalecimento da categoria, da reoxigenação da base e também da renovação da direção. “O congresso é parte da luta e não atrapalha”.

 

Ampla mobilização

Adriana Stella rechaçou a construção de caravanas para o dia 10 de novembro, e apontou a realização de atividades nas bases com a classe trabalhadora. “Temos que lutar de forma unificada, ombro a ombro com o conjunto da classe trabalhadora, a data que representa essa unidade é 10 de novembro. Para fortalecer nas bases a construção dessa data, é importante sim a gente sair daqui em estado de greve, construindo a mais ampla mobilização”.

 

 

Para a coordenadora, é necessário, convocar os técnicos para reuniões setor por setor, formar comandos de mobilização e organizar para ter força e enfrentar os ataques. “Construir fortes atos a partir do calendário de mobilização rumo à greve geral, para unidos derrotar Temer, todas as reformas e tirar todo os corruptos. Entendemos que o congresso da FASUBRA deve ser neste ano, para fortalecer as lutas e armar a categoria”.

 

 

Greve agora

Neide Dantas destacou o avanço da direita na sociedade como um movimento mundial. “No Brasil o ataque às liberdades individuais, ´/as artes que sempre foram foco de resistência estão fazendo um desserviço ao pensamento brasileiro. E principalmente aos ataques aos direitos humanos e liberdades individuais”.

 


 

Questionou o que os trabalhadores técnico-administrativos estão esperando para agir. “O que vem após a vitória do Temer é a Medida Provisória que tem efeito imediato. A greve tem que ser agora, já. Estamos atrasados pra fazer greve, para lutar pelos nossos direitos”. Para Neide, o adiamento do Confasubra está condicionado à realização da greve. “Nossa carreira já está no telhado, o governo só vai nos empurrar e depois não adianta dizer que a FASUBRA não fez nada”.

 

Greve Já!

Segundo Zila Camarão, o governo não vai atacar, já está atacando. “A última plenária tirou Estado de greve e já devia ter sido trabalhado para a greve do dia 23, pra esta plenária entrar em greve. Tem que ter greve já”.

 


 

Para a coordenadora, não há acordo em fazer caravana no dia 10 de novembro. Zila apontou a deflagração de greve dos trabalhadores técnic-administrativos em educação, “quem sabe não se constrói uma greve geral a partir da nossa. É greve, não adianta muito discurso”.

Em seguida, a mesa abriu as inscrições para a análise dos delegados de base.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical