Fasubra Sindical

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TRABALHADORES RESPONDEM SILÊNCIO COM MAIS UMA MARCHA

Após o adiamento da reunião com o governo na manhã de terça-feira (31), os representantes de todas as categorias em greve no país marcharam na Esplanada dos Ministérios, inclusive a FASUBRA.

A reunião que estava marcada para o dia 31, era o prazo que o governo tinha proposto para apresentar ao conjunto dos servidores, uma proposta de orçamento a respeito das demandas dos trabalhadores. A presidente Dilma transferiu a reunião para o dia 13 de agosto.

A decisão não agradou os servidores que se reuniram em frente à Catedral e marcharam até o Ministério da Fazenda. Lá cobraram uma posição do Governo. Em um dos quatro carros de som se ouvia, "tem dinheiro pra banqueiro, tem que ter pra educação". Mais de duas mil pessoas participaram do ato.

Para a FASUBRA os movimentos de rua marcam a posição dos trabalhadores em não esmorecer diante da omissão do governo. "Não nos cansaremos. Se o governo se omite, se silencia, nós respondemos com a força dos trabalhadores na rua ", salientou a Federação. 

Por João Camilo
Jornalista

UMA LUZ PARA ACABAR COM O IMPASSE

Na última segunda-feira (30) os representantes dos técnico- administrativos em educação no Comando Nacional de Greve (CNG) e da direção nacional da FASUBRA, realizaram um ato simbólico na frente do Palácio do Planalto. Velas acesas foram colocadas em 61 cadeiras com os nomes de todas as universidades em greve.

O objetivo do ato foi mostrar ao governo e à sociedade a necessidade de uma luz , por parte do estado, sobre as negociações com os técnico-administrativos em educação, no sentido de acabar com o impasse que redundou na greve.

Por João Camilo
Jornalista

MEC: VIGÍLIA COMEÇA E FEDERAÇÃO SERÁ RECEBIDA À TARDE

A Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA) e do Comando Nacional de Greve (CNG) iniciaram hoje (30) uma vigília em frente ao Ministério da Educação (MEC).

Durante a tarde, a direção nacional da FASUBRA será recebida pelo ministro da Educação Aluízio Mercadante, que entrou em contato com a Federação, solicitando uma reunião para às 15h30.

Até o momento não se sabe o que o ministro irá tratar com os representantes da categoria. Entretanto, a repercussão da decisão/campanha “Se não negociar, não tem matrícula nem vestibular” em toda imprensa, pode ter estimulado Mercadante para o diálogo do dia.

Por João Camilo
Jornalista 

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MEC RECEBE A FASUBRA

 
Nesta segunda-feira (30) a direção nacional da FASUBRA e o Comando Nacional de Greve estiveram reunidos com o Ministro da Educação, Aluízio Mercadante. A reunião aconteceu na sede MEC em Brasília. A federação foi representada por Janine Teixeira, Paulo Henrique Rodrigues, Gibran Ramos, Rosângela Gomes e João Paulo Ribeiro. Além do ministro, participaram da reunião o secretário de Educação Superior Amaro Lins  e o chefe de gabinete do MEC Paulo Paim. 

A direção da FASUBRA iniciou informando que naquele momento, o Ministério do Planejamento havia desmarcado a reunião da mesa geral dos trabalhadores do Serviço Público Federal. “Foram canceladas todas as reuniões pré-agendadas para este período. O prazo que o governo acordou era 31 de julho, para apresentarem a proposta salarial ao conjunto dos trabalhadores do serviço publico federal”, comunicou a Federação. 

Os representantes da categoria disseram, ainda, que a data proposta de reunião com o MPOG  para o período de 13 a 17 de agosto não deixa margem nenhuma de negociação. “Isto só frustra as expectativas e prova o que imaginávamos: o objetivo é não ter negociação e sim imposição de uma proposta que venha surgir”, ponderou a FASUBRA. 

O ministro, que afirmou não saber da reunião com o MPOG,  informou aos representantes da Federação que após fechar a proposta com  docentes vai trabalhar internamente no governo, uma proposta para os Técnico-Administrativos e depois para os trabalhadores do MEC. “A última proposta apresentada aos docentes é a proposta final do governo. Esperamos resolver logo essa questão para resolvermos a situação dos técnicos da base da  FASUBRA. Estamos trabalhando com a ideia de um índice linear para os trabalhadores do PCCTAE, a inflação, tendo como base os dois períodos sem reajuste”, concluiu Mercadante. 

Por João Camilo
Jornalista

 
Foto: Fabiana Carvalho

ATO NO MPOG: NÃO HAVERÁ MATRÍCULAS NEM VESTIBULAR

Hoje, em frente ao Ministério do Planejamento (MPOG) a FASUBRA e Comando Nacional de Greve realizaram mais um ato simbólico da greve. Serviram café da manhã aos trabalhadores do ministério.

Além de chamar atenção para a causa da categoria, o ato funcionou como agradecimento pelo apoio dos servidores na ação de fechamento do MPOG na semana passada. o mote "Se não negociar, não tem matrícula e nem vestibular" foi reforçado durante o evento. 

Por João Camilo
Jornalista