Fasubra Sindical

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Credenciamento online dos sindicatos para Plenária Nacional de julho

 

As entidades filiadas devem encaminhar toda a documentação no prazo de quatro dias antes da Plenária.

 

A FASUBRA Sindical informa aos sindicatos de base que o credenciamento online para próxima Plenária Nacional Estatutária que acontece dias 08 e 09 de julho, já está disponível no link:  https://form.jotformz.com/61373487068666

As entidades filiadas devem encaminhar no prazo de quatro dias antes da Plenária:

 

  • Comprovante de pagamento da mensalidade com a FASUBRA;

  • Ata com o nome dos delegados titulares eleitos e suplentes;

  • Lista de presença em papel timbrado digitalizada ou as folhas digitalizadas do livro de ata em que contiver o registro da assembleia;

  • Informe de Base (IB) digital – em Word – para ser disponibilizado na pasta dos delegados, a fim de que, todos os presentes tenham acesso às informações.

  • O Informe de Direção (ID) também será disponibilizado na pasta dos delegados.

Pauta

Nesta Plenária serão apresentados os informes nacionais e de base, será realizada a análise de conjuntura e discussão do Plano de Lutas. Também será aprovado o Regimento Interno do Congresso da FASUBRA (CONFASUBRA) que acontece de 26 de novembro a 1º de dezembro.

 

A FASUBRA enviará o comprovante de credenciamento ou informação de pendências, no máximo 24 horas antes da realização da Plenária.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

FASUBRA convoca a categoria para a Greve Geral no dia 30 de junho

 

Para barrar as contrarreformas da previdência, trabalhista e terceirização.

 

A FASUBRA Sindical reforça a importância de participação das entidades de base na construção da Greve Geral, no dia 30 de junho, convocada pelas centrais sindicais. Trabalhadores de todas as categorias ocuparão as ruas em protesto e resistência contra as reformas do governo Temer.

 

A Federação orienta a todos os sindicatos filiados a construção por meio dos comitês estaduais contra as reformas, paralisando todas as instituições federais de ensino, participando das manifestações de rua nesta data.

 

O governo de Michel Temer tem sofrido derrotas constantes, dentre as quais, a rejeição do relatório da Reforma Trabalhista (PLC 38/17) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. Porém, devemos intensificar as mobilizações nas ruas, para derrotar a proposta no plenário.  

 

A FASUBRA destaca o sucesso da Marcha #OcupaBrasília, realizada no dia 24 de maio, em que cerca de 120 mil pessoas de todo o país em resistência, ocuparam a Esplanada dos Ministérios contra as reformas do governo Temer. A força demonstrada nas ruas resultou em forte repressão da polícia militar e convocação das Forças Armadas por Temer, revelando a fragilidade desse governo ilegítimo com baixa popularidade de apenas 5%.

 

A FASUBRA orienta a realização de atividades nos aeroportos e nos estados, para pressionar deputados e senadores a votarem contra as reformas da Previdência e Trabalhistas, que tramitam no Congresso Nacional.

 

Precisamos de todos e todas para barrar os ataques!

Nenhum direito a menos!

GREVE GERAL 30/06, Já!

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

 

 

Aprovada a prorrogação de bolsa de estudo em caso de parto, adoção ou guarda judicial

 

Proposta abrange bolsas de estudo com duração mínima de 12 meses.

 

Uma boa notícia para estudantes beneficiados com bolsas de estudo. Na terça-feira, 20, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3012/15, da deputada Alice Portugal (PCdoB/BA), que prorroga por mais quatro meses a bolsa de estudantes que derem à luz. A matéria será enviada ao Senado e inclui bolsas de estudo com duração mínima de 12 meses, beneficiando estudantes de mestrado, doutorado, graduação sanduíche, pós-doutorado ou estágio sênior.

De acordo a proposta, ficará garantida a prorrogação da bolsa por um período de até 120 dias a estudantes que derem à luz, adotarem ou obtiverem a guarda judicial de crianças durante o período de vigência da bolsa original.

O texto proíbe a concessão de prorrogação a mais de um bolsista, quando decorrente do mesmo processo de adoção e guarda.

Se ocorrer a morte da bolsista, o cônjuge ou companheiro que também seja bolsista poderá usufruir do período restante da prorrogação concedida, exceto se houver o falecimento do filho ou a desistência da adoção.

 

Afastamento temporário

Segundo o projeto, a bolsista será dispensada das atividades acadêmicas durante o afastamento temporário em caso de parto, adoção ou obtenção de guarda judicial. Será proibida a suspensão do pagamento da bolsa nesse período. A prorrogação da vigência corresponderá ao período de afastamento das atividades acadêmicas até o limite de 120 dias.

 

As novas regras beneficiam bolsistas de períodos menores e de agências de fomento estaduais. A Capes e o CNPq já possuem normas internas que concedem prorrogação a bolsistas que recebem o auxílio por 24 meses ou mais (mestrado e doutorado). O projeto reforça legalmente e estende o benefício para os casos de adoção.

 

Segundo o substitutivo, o afastamento temporário deverá ser formalmente comunicado à agência de fomento, acompanhado de confirmação da coordenação da direção do curso em que esteja matriculado o bolsista. Deverão constar informações de datas de início e término e documentos comprobatórios da gestação, nascimento, adoção ou guarda judicial, conforme o caso.

 

Com informações: Agência Câmara Notícias

 

FASUBRA convoca a categoria para a Greve Geral no dia 30 de junho

 

Para barrar as contrarreformas da previdência, trabalhista e terceirização.

 

A FASUBRA Sindical reforça a importância de participação das entidades de base na construção da Greve Geral, no dia 30 de junho, convocada pelas centrais sindicais. Trabalhadores de todas as categorias ocuparão as ruas em protesto e resistência contra as reformas do governo Temer.

 

A Federação orienta a todos os sindicatos filiados a construção por meio dos comitês estaduais contra as reformas, paralisando todas as instituições federais de ensino, participando das manifestações de rua nesta data.

 

O governo de Michel Temer tem sofrido derrotas constantes, dentre as quais, a rejeição do relatório da Reforma Trabalhista (PLC 38/17) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. Porém, devemos intensificar as mobilizações nas ruas, para derrotar a proposta no plenário.  

 

A FASUBRA destaca o sucesso da Marcha #OcupaBrasília, realizada no dia 24 de maio, em que cerca de 120 mil pessoas de todo o país em resistência, ocuparam a Esplanada dos Ministérios contra as reformas do governo Temer. A força demonstrada nas ruas resultou em forte repressão da polícia militar e convocação das Forças Armadas por Temer, revelando a fragilidade desse governo ilegítimo com baixa popularidade de apenas 5%.

 

A FASUBRA orienta a realização de atividades nos aeroportos e nos estados, para pressionar deputados e senadores a votarem contra as reformas da Previdência e Trabalhistas, que tramitam no Congresso Nacional.

 

Precisamos de todos e todas para barrar os ataques!

Nenhum direito a menos!

GREVE GERAL 30/06, Já!

 

 

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

 

 

COMUNICADO SOBRE A CAMPANHA SALARIAL

 

Se a Luta geral não reverter a PEC do Fim do Mundo, a terceirização e impedir que a reforma trabalhista e previdenciária sejam aprovadas, estaremos diante de uma derrota histórica dos trabalhadores.

 

O último acordo salarial, assinado pela FASUBRA Sindical com o governo foi fruto da Greve de 2015. Após meses  em Greve, fechamos um acordo parcelado em dois anos, cuja última parcela foi paga em janeiro de 2017.

 

Em continuidade à Campanha Salarial de 2017, que exige reposição salarial justa e melhores condições de trabalho, a Fasubra Sindical vem solicitando audiências com o atual governo desde o ano passado.

 

Sem diálogo

A última vez que o Ministério da Educação (MEC) recebeu a representação da Fasubra foi em setembro de 2016, antes da greve contra a PEC 55/16 (PEC do Fim do Mundo). Nessa reunião, a representação do governo foi categórica em nos informar que não havia nenhuma abertura para negociar qualquer acordo salarial, por conta do ajuste fiscal, como também o próprio presidente Temer já havia declarado publicamente que, acordo salarial com o funcionalismo seria somente com o próximo governo.

 

Sem recuo

Diante desse cenário de ajuste fiscal e instabilidade política no país, a Fasubra Sindical não recuou um milímetro nas iniciativas para forçar o governo e o congresso a parar com os ataques. Também tem exigido constantemente a abertura das negociações gerais e específicas do funcionalismo, e em especial da pauta dos Técnicos Administrativos em Educação.

 

Ofícios

A Federação continua solicitando audiências com o governo, por meio de  ofícios de modo a caracterizar como inexistente um processo de negociação para o caso de um processo junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) , nos moldes definidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

 

004/17

Campanha Salarial específica

045/17

066/17

091/17

Protocolado nesta manhã, 21 de junho ofício 098/17 .

 

 

Greve da Educação

A Fasubra Sindical esteve entre as principais entidades que construíram a luta contra a PEC do Fim do mundo, no final do ano passado. Fizemos uma greve da educação federal e mobilizamos milhares a Brasília-DF em unidade com o movimento estudantil, na marcha da educação em 29 de novembro, duramente reprimida pelo governo.

 

Campanha salarial 2017

Já no início de 2017, a Fasubra Sindical em conjunto com o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) deu a largada para a campanha salarial 2017. Construímos um seminário nacional e uma pauta unificada,  protocolada no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), mas que infelizmente, até hoje, não houve qualquer resposta.

 

Além disso, a Fasubra por inúmeras vezes solicitou audiências com o MEC, sem resposta até a presente data. Essa não é uma realidade somente da Fasubra. Nenhuma entidade sindical do funcionalismo tem conseguindo canais de interlocução com o governo e muito menos qualquer negociação efetiva.

 

Resistir e Lutar

O governo Temer parece existir somente para aplicar reformas que retiram direitos sociais e históricos e se fecha para qualquer iniciativa que signifique diálogo. A palavra de ordem nessa conjuntura é Resistir e Lutar contra as ameaças aos direitos da classe trabalhadora, que vem sendo encaminhadas por um governo golpista e ilegítimo.

 

Mobilizações

Diante dessa situação, a Fasubra participou da construção do dia 08 de março contra a violência às mulheres e contra as reformas que atacam direitos históricos das trabalhadoras e trabalhadores. Também na construção das mobilizações de 15 de março, que abriram as condições para a greve geral do dia 28 de abril, envolvendo todos os sindicatos filiados, que atenderam ao chamado da federação e das centrais, parando as instituições federais e estaduais em todo país.

 

A Marcha do dia 24 de maio, com mais de 100 mil trabalhadores em Brasília, na luta contra as reformas da previdência, trabalhista e contra as terceirizações,  também teve uma forte participação e protagonismo da FASUBRA.

 

O perfil do governo ilegítimo de Temer  está demonstrado em suas ações, ao atuar como um inimigo da classe trabalhadora. Não há negociação e nenhum diálogo sobre a pauta dos trabalhadores e as entidades sindicais  e movimentos sociais não são ouvidas.

 

O governo Temer tem dois objetivos principais:

01. Saquear direitos sociais e democráticos, governando abertamente para os ricos e poderosos aprofundando e acelerando os ataques.

02. Usar as estruturas do estado para defender a si próprio e aliados de perderem mandatos e serem presos por conta das investigações e envolvimentos com escândalos de corrupção.

 

Conivência com o capital

Um governo que não tem projeto, que não atende os interesses dos trabalhadores, que não tem apoio popular, que é conivente com o capital rentista, com objetivo de destruir direitos, não merece nenhuma confiança ou expectativa. Não resta outra alternativa aos trabalhadores, além de  acumular forças para tirar Temer do Palácio do Planalto.

 

Atender o chamado

Parabenizamos a  disposição de luta da nossa categoria e dos sindicatos filiados, por entenderem a gravidade da conjuntura na qual estamos inseridos,  atendendo o chamado da federação para lutar.

 

Queremos, ainda, com essa nota esclarecer que a Fasubra Sindical sempre esteve disposta ao diálogo e a negociar nossa pauta, diversas vezes protocolada junto ao governo. Mas, infelizmente, a postura arrogante, impopular e antissindical vem sendo aplicada por parte do governo Temer, que se recusa a abrir qualquer canal de diálogo com as entidades do funcionalismo, e também com a  Fasubra.

 

Construir ações

Diante desse quadro, a Fasubra seguirá construindo ações em conjunto com as centrais sindicais como a greve geral do dia 30 de junho, e irá discutir em sua próxima plenária nacional e com o Fórum dos Servidores Públicos Federais, ações e manifestações de rua.

 

A Fasubra prosseguirá com as ações judiciais exigindo do governo a abertura de negociação com a pauta geral do funcionalismo, bem como com a pauta específica da Fasubra.

 

Conjuntura difícil

Mas é importante que o conjunto da categoria dos trabalhadores técnico-administrativos em educação, entendam a conjuntura mais difícil e mais acirrada para os trabalhadores nos últimos períodos.

 

A prioridade das lutas de todos (as) trabalhadoras e trabalhadores na atual conjuntura é a derrubada do governo Temer e a luta contra a retirada de direitos, expressa nas reformas.

 

O que está em jogo neste momento não é somente a preocupação com um reajuste salarial, mas a derrota do projeto de retirada de direitos, que vai impor condições de vida ainda mais difíceis para nossa categoria e para os trabalhadores em geral.

Se a Luta geral não reverter a PEC do Fim do Mundo, aprovada como Emenda Constitucional nº 95 de 2016 (impede o reajuste salarial por 20 anos), o projeto de terceirização (acaba com concursos públicos) aprovado no congresso nacional e impedir que a reforma trabalhista e previdenciária sejam aprovadas, estaremos diante de uma derrota histórica dos trabalhadores.

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GREVE GERAL JÁ! DIA 30 DE JUNHO VAMOS PARAR O PAÍS!

Negociação salarial já!

Fora Temer!

Abaixo às reformas da previdência e trabalhista!

Anulação da Emenda Constitucional do Fim do Mundo e da Lei das Terceirizações já!