Fasubra Sindical

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Trabalhadores técnico-administrativos pelo FORA TEMER, para barrar as reformas. DIRETAS JÁ!

 

 

Reafirmamos a orientação às entidades de base no dia 24 de paralisar as atividades, juntar-se às demais mobilizações de rua que ocorrerão em todos os estados, e organizar as caravanas para o Ato OCUPA BRASÍLIA.

Em meio às denúncias apresentadas pelos delatores do grupo JBS, o presidente, ilegítimo Michel Temer (PMDB-SP), foi para o tudo ou nada! Reafirmou, em nota oficial, na última quinta-feira, 18, sua permanência à frente da Presidência da República. A tática do governo é seguir com as reformas e apostar no equilíbrio da economia.  Este dois elementos dariam estabilidade para que Temer se mantenha até o final do seu mandato, para atender o mercado e cumprindo a agenda de ataques aos trabalhadores na retiradas de direitos.

Porém o cenário não está nada favorável ao governo. Além dos movimentos de massa que aumentam cada vez mais nas ruas e a pressão por parte da mídia, Temer tem de controlar o esvaziamento da base aliada, que já nota o desgaste do governo frente à opinião pública.

OAB solicita impeachment

Diversos movimentos sociais, diante da crise institucional, também tem se posicionado neste momento pelo impeachment. Exemplo disto, foi a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), que se reuniu no último sábado, dia 20, e deliberou entrar com o pedido de impeachment de Temer, baseado em crime de responsabilidade, junto à Câmara dos Deputados.

Além disso, Temer enfrenta o processo de cassação da chapa que tem seu julgamento agendado para 6 de junho, que pode pôr fim ao seu mandato.

Pauta trancada

Com a pauta lotada, o congresso segue em ritmo de espera dos próximos acontecimentos. A crise político-institucional tranca toda a pauta que notoriamente é contrária aos trabalhadores, que nas ruas já gritam pelo Fora Temer e pelas Diretas Já! Neste cenário a oposição se movimenta apresentando os pedidos de impeachment de Temer e tenta barrar as votações das reformas, enquanto não se apurar as graves denúncias contra o governo.

Centrais sindicais

Por outro lado, as centrais sindicais têm mobilizado os trabalhadores nos atos de rua neste último período, ganhando mais força, e apontado nova ofensiva com as denúncias que enfraqueceram o governo. Na última reunião realizada em São Paulo na sexta, dia 19, definiu-se a participação nos atos de domingo, 21,  pelo país, pelo Fora Temer e por eleições diretas.

Pressão nas ruas

Mesmo com o anúncio dos relatores de suspensão do andamento das reformas da Previdência e Trabalhista, é necessário pressionar o congresso por uma nova agenda. Isto significa fazer muita pressão nas ruas, nos estados e na capital federal. A expectativa é de mobilizar mais 80 mil pessoas na próxima quarta-feira, 24, para que os deputados retirem definitivamente da pauta estas reformas.

#OCUPA BRASÍLIA

É insustentável a situação deste governo, a crise institucional já demonstra o seu desgaste. Nesta conjuntura temos que ocupar as ruas e preparar a contra ofensiva. A marcha do dia 24 é decisiva para derrotar a política do governo e avançar para o Fora Temer e Diretas Já.

Reafirmamos a orientação às entidades de base no dia 24 de paralisar as atividades, juntar-se às demais mobilizações de rua que ocorrerão em todos os estados, e organizar as caravanas para o Ato OCUPA BRASÍLIA. Orientamos que os sindicatos disponibilizem aos caravaneiros kits de proteção individual para a marcha.

Brasília sitiada

O governo demonstra medo diante das mobilizações de rua na capital, reforçando a segurança e cercando o Congresso Nacional. O aparato policial está a postos para reprimir as manifestações na quarta-feira. Baseado nas últimas manifestações no final de 2016, sabemos que a repressão policial pode ser violenta, porém, nada pode parar o clamor das ruas.

Neste momento, o que está em disputa não é apenas barrar as reformas, mas a queda de um governo ilegítimo. Isto significa que temos uma nova tarefa pela frente, não deixar que o parlamento sem legitimidade decida sobre o futuro da nação, realizando as eleições indiretas! Não basta derrotar Temer e sua política, temos que tomar em nossas mãos as decisões do país para os próximos  períodos!

NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

Direção Nacional FASUBRA Sindical

 

SEGUE AS ORIENTAÇÕES DA MARCHA:

Todas as entidades de base devem organizar suas caravanas a partir de ampla articulação nos estados.

 

Os Fóruns estaduais devem buscar parceria com as diferentes entidades do serviço público e demais sindicatos, para custear as caravanas terrestres para Brasília.

 

Que as entidades organizem equipes de saúde e segurança, repassando os nomes para o FONASEFE.

 

Que as entidades repassem até o dia 19 de maio para o FONASEFE o quantitativo de militantes que vai para Brasília saindo dos estados.

 

Todas as caravanas devem chegar até às 11h do dia 24 de maio, e devem ir direto para o estacionamento do Estádio Mané Garrincha, aonde será a concentração. A Marcha está prevista para a partir das 14h saindo do estádio Mané Garrincha e indo para a Esplanada dos Ministérios.

 

As entidades ANDES-SN, CONDSEF, FASUBRA, FENAJUFE e SINASEFE irão fazer o levantamento estrutural e logístico da realização da Marcha e irá divulgá-lo em relatório e na próxima reunião do FONASEFE do dia 22.5.17.

 

Saudações Sindicais

Inscrições abertas para o VIII Seminário dos Motoristas Oficiais em Uberlândia-MG

 

 

Em uma conjuntura de ruptura democrática e retirada de direitos, os motoristas oficiais discutirão a conjuntura política e temas relacionados à carreira.

 

Uberlândia-MG vai sediar oitavo Seminário Nacional de Motoristas Oficiais das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs) e Institutos de Pesquisa e Estudos Sociais (IPES), entre os dias 9 e 11 de agosto de 2017.

 

O evento promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições Federais de Ensino Superior de Uberlândia (SINTET-UFU) ocorrerá no campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e com apoio da Comissão Nacional de Motoristas, da FASUBRA Sindical e da universidade.

 

Em uma conjuntura de ruptura democrática e retirada de direitos, como as reforma da previdência, trabalhista, terceirização e outros ataques, os motoristas oficiais discutirão a conjuntura política, temas relacionados à carreira, às condições de trabalho, saúde e segurança e a organização política e sindical dos motoristas.

 

 

Para fazer a inscrição, os interessados deverão preencher o formulário clicando aqui e realizar o pagamento via depósito bancário. Em seguida, enviar o recibo para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

O valor da inscrição é de R$ 150,00, que incluem alimentação (Café da manhã, almoço e café da tarde) e o kit de participação.

Atenção: Aos primeiros 80 inscritos será concedida a gratuidade de hospedagem.

 

Acesse: www.sintetufu.org

 

Serviço

VIII Seminário dos Motoristas Oficiais

Data: 09 a 11 de agosto

Local: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Mais informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Com informações: Assessoria de Comunicação SINTET-UFU

Consequências da Reforma da Previdência para a Mulher Trabalhadora

O evento contou com as palestrantes Mariana Lopes, doutoranda em História pela Universidade Federal de Uberlândia e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF).

 

Na tarde de sábado, 20, o Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora começou com a palestra “As consequências da Reforma da Previdência para a Mulher Trabalhadora”. O evento contou com as palestrantes Mariana Lopes, doutoranda em História pela Universidade Federal de Uberlândia e a deputada federal Erika Kokay (PT/DF).

 

Érika Kokay fez uma análise de conjuntura diante do golpe parlamentar instalado no país, iniciado pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Destacou a aprovação da Emenda Constitucional nº 95 de 2016, que cortou os investimentos em políticas públicas pelos próximos 20 anos, seguido pelas propostas de Reformas da Previdência e Trabalhista e a aprovação da Terceirização.

 

 

A deputada criticou a proposta que afeta principalmente as mulheres, “é de uma profunda crueldade com as mulheres, porque nós trabalhamos muito mais que os homens. E a constatação de que as mulheres têm tripla jornada foi o que levou a Constituição de 88 a assegurar que nós tivéssemos uma aposentadoria diferenciada, com menor tempo de serviço, para que as mulheres pudessem chegar à aposentadoria”, disse.

 

Mariana fez um resgate histórico da Previdência Social antes de se tornar lei, quando os trabalhadores se organizavam em associações para que pudessem se aposentar, criando uma solidariedade de classe. Relembrou a luta da mulher por seu espaço na sociedade e no mundo do trabalho, principalmente as mulheres negras. “Mulheres brancas na década de 50 lutavam para trabalhar, as mulheres negras e indígenas sempre trabalharam, eram escravizadas”, disse a historiadora.

 

 

Dentro das universidades, destacou a importância do diálogo entre trabalhadoras técnico-administrativas em educação e trabalhadoras terceirizadas. Sobre a Reforma da Previdência, destacou que as mulheres foram as primeiras a se levantarem contra a Reforma da Previdência no dia 08 de março. “A gente que vai barrar as reformas trabalhista e da previdência porque seremos as mais afetadas por elas”, finalizou Mariana.

 

Roda de conversa

Ao final a mesa abriu para o debate, após foi realizada uma roda de conversa. As mulheres de cada estado fizeram um relato sobre a realidade e dificuldades dentro das instituições federais de ensino e sindicatos em que atuam, subsidiadas pelos temas apresentados nas palestras sobre as Reformas Trabalhista e Previdenciária.

 

Assessoria de  Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

 

 

Empoderamento e disposição para a luta marcam o Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora

 

Evento encerrou na tarde de domingo com ampla participação e fortalecimento da luta  feminina.

 

Na manhã de domingo, 21, em continuidade ao Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora, as mulheres da FASUBRA Sindical se organizaram em quatro Grupos de Trabalho (GT), para discutir a resolução das mulheres aprovada no último Congresso da Federação e as cartas aprovadas nos encontros de mulheres anteriores, atualizando as bandeiras da luta feminina.

 

Bandeira FORA TEMER

As trabalhadoras técnico-administrativas representando os sindicatos de base da Federação, confeccionaram uma bandeira pelo FORA TEMER, com a FASUBRA ao centro como entidade que congrega a representação da Categoria.

 


 

As mulheres utilizaram a pintura e a costura para expressar suas impressões referentes à conjuntura de retirada de direitos por meio das Reformas Trabalhista e Previdenciária, como forma de arte e protesto feminino. Em conjunto, as mulheres costuraram os retalhos formando uma bandeira, representando a unidade na luta.

 

Resoluções do GT

Foram apresentadas as propostas dos grupos, item por item, com a consideração e destaques das mulheres. Também foram apresentadas as moções de repúdio, publicadas brevemente no relatório do evento.

 

Homenagens

A coordenação da Mulher Trabalhadora representada por Eurídice Almeida e Ivanilda Reis, prestou homenagem a todas as coordenadoras mulheres que constituíram a Direção Nacional da FASUBRA Sindical desde o ano de 1984.

 


 

Vânia Galvão da Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi a primeira coordenadora mulher da Federação, atualmente é vereadora em Salvador-BA.

 

Homenagem póstuma

Também foi realizada homenagem póstuma para a companheira Maria da Graça Pedro de Carvalho, coordenadora de Aposentados e Pensionistas do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj), falecida no dia 20 de abril deste ano.  

 

As companheiras de Uberlândia -MG também homenagearam as companheiras falecidas Cacique Kaun Poti Guarani de Ituiutaba - MG e Hanna Karita, estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

 

Coordenação da Mulher Trabalhadora

De acordo com a coordenação da Mulher Trabalhadora, a semente da formação política foi mais uma vez regada, promovendo ferramentas que subsidiarão a luta das mulheres contra as reformas.  “Foi um evento  importante em que as mulheres puderam organizar a luta contra todos os ataques. Para que seja de fato vitorioso, é preciso que seja implementado pelas entidades de base todas as propostas encaminhadas pelas mulheres nesse encontro, no combate ao machismo e todas as formas de opressão”.

O relatório do encontro será disponibilizado em breve no site da Federação e no Informe de Direção.

 

#OCUPA BRASÍLIA

Diversas trabalhadoras técnico-administrativas permanecem em Brasília-DF para participar da Caravana e do Ato Nacional #OCUPA BRASÍLIA, contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, pelo FORA TEMER e pelas eleições diretas no Brasil.

 

“Da luta eu não fujo”

Margarida Maria Alves

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

 

 

“Nós podemos”! Mulheres de todo o país lotaram o auditório da UnB na abertura do Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora

 

A primeira mesa com o tema “A Reforma Trabalhista e os impactos no cotidiano das Mulheres Trabalhadoras", contou com as palestrantes Márcia Teixeira, estudante de filosofia da UnB e Renata Coelho, procuradora do Ministério do Público do Trabalho (MPT).

 

Trabalhadoras técnico-administrativas de todo o país lotaram o Auditório 3 da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), na abertura do Encontro Nacional da Mulher Trabalhadora, nesta manhã, 20. Cerca de 150 mulheres participam do encontro nos dias 20 e 21 de maio, que tem como objetivo organizar o movimento feminino da FASUBRA Sindical contra as Reformas da Previdência e Trabalhista.

 

“Nós podemos”! Esta foi a frase de ordem das coordenadoras Leia Oliveira, Eurídice Almeida, Ivanilda Reis, Angela Maria, Maria Ângela Costa e Maria Loura Silveira, conscientizando as mulheres para unir forças contra as reformas, na abertura do evento.   

 

A primeira mesa com o tema “A Reforma Trabalhista e os impactos no cotidiano das Mulheres Trabalhadoras", contou com as palestrantes Márcia Teixeira, estudante de filosofia da UnB e militante do movimento MAIS e Renata Coelho, procuradora do Ministério do Público do Trabalho (MPT).

 

Márcia Teixeira, realizou uma análise sobre a Reforma Trabalhista sob a ótica do modelo Keynesiano fisiológico, que consiste em uma política de redução de gastos sociais colocando o ajuste fiscal sobre a sociedade, inclusive os mais pobres.

 


 

“Só a luta de classes consegue ser o contraponto das reformas. A realidade é que somos a maioria e que estamos sendo atacadas. O trabalho de base tem que se ampliar”, disse Márcia.

 

A procuradora Renata Coelho, afirmou que o negociado sobre o legislado, “de longe é o pior da reforma trabalhista para o Ministério Público do Trabalho”. Segundo Renata, as regras dos direitos sociais só podem avançar. “O negociado sobre o legislado permite que a negociação seja pior”.

 


 

Sobre o trabalho intermitente, a procuradora afirmou  que “a vida da mulher é de dupla, tripla jornada de trabalho. Mudar uma hora a mais de trabalho já acaba com a vida da família inteira”, justificando as responsabilidades da mulher com a família e o trabalho diante da interferência do aumento e intermitência da jornada na organização do tempo.

 

A mesa abriu o debate para as mulheres do auditório, com ampla participação e esclarecimentos de dúvidas.

 

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical